Uma equipe de Técnicos sul-africanos dá reforço ao Ministério das Obras Públicas, na tarefa de remoção do combustível derramado no rio Umbeluzi, no distrito de Boane, província de Maputo.

Na conferência de imprensa realizada numa das salas da Barragem dos Pequenos Libombos, no distrito de Boane, província de Maputo, a vice-ministra das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, Cecília Chamutota, informou que uma equipa de especialistas sul-africanos se juntou aos moçambicanos para ajudar na remoção do combustível do rio Umbeluzi. Além de remover o combustível derramado, o plano de trabalho inclui a adição de produtos à água, de modo que se restabeleça a normalidade no leito do rio.

Nesta primeira fase, os trabalhos poderão durar cerca de uma semana, a contar desde sábado, sendo que nada do que for feito irá impedir que os cidadãos do Grande Maputo (Boane, Matola, Marracuene, cidade de Maputo) tenham acesso à água potável.

De acordo com Cecília Chamutota, quando o derramamento aconteceu no rio Umbeluzi, as comportas da Barragem dos Pequenos Libombos estavam encerradas. Por isso, garantiu, não há motivos para alarme em termos de contaminação da água que chega às torneiras das famílias da região. Segundo disse, o abastecimento está mais do que garantido, até porque a quantidade do combustível derramado, quando comparada com a do leito do Umbeluzi neste tempo chuvoso, é insignificante.

Além de remover o combustível ainda visível na superfície, com os técnicos sul-africanos, o Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos vai avaliar a água do rio Umbeluzi em profundidade, na região onde se registou o acidente. Enquanto isso acontece, a governante afirmou que a maior preocupação é comunidade local, que recorre à água do rio directamente. A fim de as proteger, acrescentou, o Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos está a fazer campanha de sensibilização.

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